segunda-feira, 26 de agosto de 2013

A VERDADE DAS DATAS COMEMORATIVAS (ADAPTAÇÃO)


1. Introdução
As Datas Comemorativas tem tido amplo enfoque no Currículo das escolas de maneira geral. No entanto, muitas delas têm servido meramente como entretenimento para divulgação das próprias escolas através de eventos e acúmulo de conhecimento superficial acerca dessas comemorações.
Na Abordagem Cristã por Princípios, as Datas Comemorativas ganham uma nova dimensão. Observemos os seguintes versículos de Romanos 12: 2: “E não vos conformeis com este século, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente, para que experimenteis qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus”. Nesse sentido, passamos a enxergá-las e estudá-las numa perspectiva bíblica, pois os relatos bíblicos nos informam que o próprio Deus instituiu para o Seu povo momentos específicos de memoriais e celebrações que servissem para trazer à memória os feitos do Senhor e engrandecê-Lo por isso, e não meras comemorações evasivas e sem sentido.
Para tanto, devemos, à luz da Palavra de Deus, buscar fundamentos e verdades já existentes nessas Celebrações inseridas no nosso contexto cultural.
2. Definições
 Comemorar
Trazer à memória; fazer recordar, lembrar. Festejar, celebrar. Fazer alguma coisa para lembrar um acontecimento.

Celebrar
Fazer, realizar com solenidade. Louvar, exaltar. Colher com festejos. Comemorar. Enaltecer. Lembrar um acontecimento por meio de uma festa. Lembrar a importância de uma pessoa ou acontecimento.
                  Visão Tradicional                                                  Visão Cristã
·         Atividade obrigatória no currículo;
·         Memorização dos fatos;
·         Preserva as manifestações culturais de um povo;
·         Mero festejo de um acontecimento;
·         Visão centrada no homem cuja ênfase está em promovê-lo.
                           
·         Atividade culminante das partes do currículo;
·         Pensa e raciocina com verdade;
·         Resgata o sentido cristão existente na cultura como ponte para atribuição a Deus como criador;
·         Celebração pela aquisição de um conhecimento;
·         Visão cristã que atribui a Deus os fatos históricos e culturais para adorá-lo em decorrência deles.
3. Desenvolvimento
As Celebrações constituem-se em uma excelente ferramenta da metodologia da Educação por Princípios, no seu principal método de ensino e aprendizagem – o Método dos 4 passos. Quando celebramos, seja o aprendizado de um assunto específico ou um projeto em torno de uma data comemorativa, estamos criando uma excelente oportunidade para o aluno percorrer os 4 passos que acreditamos serem essenciais ao seu real aprendizado.
A celebração à aprendizagem se torna uma prática de vida em conformidade com a prática bíblica quando o professor dá aos alunos a oportunidade de manusear a disciplina apreciando assim o aprendizado e colocando em prática a serviço de Deus e do próximo.
Numa perspectiva cristã, a aquisição do conhecimento é oriunda do próprio Deus, e é tarefa do mestre inspirar os alunos ao longo do percurso curricular para que todos estejam motivados e conscientes. Isso resultará em uma celebração como manifestação de alegria e amor a Deus pelo conhecimento tão logo se conclua o conteúdo ministrado.
4. Conclusão
A Educação Cristã por Principio poderá elaborar uma reflexão profunda, relevante e transformadora ao debruçar com firmeza nas datas comemorativas sob a ótica da celebração, tirando de cena as comemorações pagãs e seculares do calendário escolar, chamando a atenção do aluno não só para as verdades acadêmicas, mas, sobretudo nas verdades bíblicas.
Ao apresentarmos as datas comemorativas sobre o fundamento de toda a palavra de Deus é o grande desafio para os educadores cristãos, pois cremos que a verdade inclusa em cada celebração influenciará na próxima geração através da abordagem por principio.

Olanda leite Diniz

domingo, 25 de agosto de 2013

As pessoas são mais importantes que coisas... Não devemos esquecer disso!


HINO AO AMOR


Em muitas cerimônias religiosas de casamento costuma-e ler “o hino ao amor” do Novo Testamento. Casais de noivos consideram essas palavras uma bela descrição do seu amor e também a resistência diante das provações, segundo as palavras I Coríntios 13. E eles se perguntam: será que o nosso amor pode tão profundo a ponto de compreender, perdoar e suportar tudo? Será que a realidade não é algo bem diferente?
Pois, de fato, esse é o caso. O amor entre duas pessoas sempre é falho, frágil e egoísta, apesar de toda a seriedade. Porém, graças a Deus, nestas palavras nem se fala do amor entre pessoas. O apóstolo Paulo não descreve outra coisa senão o amor de Deus para com a humanidade. Ele tenta expressar em palavras algo que nem ele mesmo consegue compreender: o amor que Deus tem pela humanidade é realmente paciente, infinito e sem egoísmo. Isto pode ser observado em Jesus, que é o amor de Deus em forma humana. Ele mesmo se colocou no fim da fila, suportou e aguentou tudo, em favor daqueles que Ele ama. Mas nós, humanos, não somos capazes de reconhecer o amor de Deus em toda a sua profundidade, somente fazer suposições.
O apóstolo Paulo gostaria que nos orientássemos pelo amor de Deus. Por isso é que ele inclui este hino de amor na sua carta à igreja de Corinto. A comunidade estava desestruturada por brigas, cheia de egoísmo e correndo perigo de dissolução. Os cristãos naquela cidade portuária grega se tratavam sem amor. Paulo os confrontou com o amor de Cristo. “Reflitam e deixem o exemplo do nosso Senhor penetrar nos seus corações!”
O “ hino ao amor” canta sobre o amor de Deus. O nosso amor humano não se pode comparar a ele, mas sempre se alimentar do amor de Deus. Portanto, no entendimento do apóstolo, estas palavras não devem ser reservadas para cerimônias religiosas de casamentos, mas devem sempre ser ouvidas de novo a cada dia, a cada necessidade. Precisamos meditar no amor de Jesus e no seu exemplo tanto no casamento como também na direção da nossa vida, da nossa família, dos nossos relacionamentos...


Ana Dácia Luna